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BEM MAIS GOSTOSO

BEM MAIS GOSTOSO ASSIM Olá! Boas Festas, queridos leitores!Talvez vocês já nos conheçam, pois já postamos algumas de nossas loucuras no site “eu confesso”. Meu nome é Silvia e o meu marido se chama Carlos. (claro que estes nomes são pseudônimos que utilizamos somente pelo prazer de relatarmos para vocês as nossas doces loucuras). HÁ POUCO TEMPO, ALGUÉM DAQUI DESTE SITE, ME ENVIOU A PERGUNTA SE ERA NORMAL ALGUMAS DAS FANTASIAS E FETICHES QUE PRATICÁVAMOS. Tal pergunta surgiu porque eles também adoram fazer coisas bem semelhantes às nossas e isso os deixam loucos de tesão. Todavia não seguros quanto a ser certo ou errado continuar com isso. Quero aproveitar e aqui responder o que pensamos a respeito das fantasias e fetiches que praticamos. Tenho 44 anos e meu marido 55, sou advogada e meu marido, embora formado em economia, é empresário e atua na área de comercialização de carros importados, com uma agencia na região do Brooklin e outra na Cidade Jardim, ambas na capital paulista. Temos três filhos com faixa etária de 13 anos, a mais nova; 17 anos a do meio; e 20 anos o mais velho. Somos de boa aparência, onde se exprime melhor o quesito simpatia. Meu marido, com 1,80m, alt, e 88kg, apresenta uma barriguinha que não acho nada de exagerado, e muita habilidade de conquista àquilo que ele se interessa.Eu, loira, nos meus somente 1,65m, e 65kg, tenho seios fartos, coxas e pernas relativamente torneadas, bunda de número que chama atenção de qualquer macho de bom gosto. Dizem que sou do tipo gostosa, não me parece muito confortável, eu mesma me auto elogiar. Temos uma vida normal como a maioria das pessoas de nossa sociedade, porem curtimos muito aproveitar o que há de mais gostoso que a vida oferece-nos. Ou seja: curtir o tesão que o sexo pode proporcionar. Na verdade, me casei relativamente nova, por volta dos 23 anos, e comecei aprender tudo com meu maridinho querido quando o conheci e começamos a namorar por volta dos meu 20 aninhos. Ele já era muito safado e eu adorava tudo que ele fazia comigo. adorávamos transar dentro do carro, na rua, na estrada, ou em qualquer local que estivéssemos. Eu adorava vê-lo parar o carro em qualquer lugar, me inclinar no capoo, puxar minha calcinha pro lado e enterrar a rola dele bom dura na minha xaninha. Eu amava sair dali me sentindo toda arrombadinha. Além da xaninha, antes de gozar, ele comia também meu rabinho. Era muita adrenalina misturada com tesão. Começamos a entender que aquelas situações nos deixavam muito excitados. Principalmente se houvesse pessoas nas proximidades e que percebessem o que fazíamos. Já transamos dentro de baladas, em banheiros de barzinhos e restaurantes, em banheiros de postos de gasolina, em cinemas, na praia, em bailes de clubes, carnaval, baile de pagode e outros locais bem inusitados. Quando tínhamos oportunidade de conseguir entrar num banheiro, fantasiávamos outra pessoa interagindo conosco. Ele então falava: –imagina alguém entrando aqui agora e flagrando a gente. Eu respondia. -se entrar um cara aqui agora, pego no cacete dele e bato uma punheta até ele também gozar. Aí o Carlos gemia de tesão e o pau dele ficava bem mais duro e ele adoraria ver isso acontecer. Quando ele falava isso, eu adorava ouvir, me excitava muito e explodíamos num gozo louco. Quando íamos à praia, eu usava os micros biquínis mais ousados que vocês possam imaginar. Era o Carlos quem comprava para mim. Eu sempre adorei exibir. Principalmente no carnaval, e na praia, porque a exibição nesses lugares já é natural. Na praia, eu sempre dava um jeito que os caras vissem a minha xota, ou o meu cuzinho. Eu adorava ver a reação deles. Alguns não agüentavam e ficavam de pau duro. Aí então é que eu provocava ainda mais até o cara não agüentar e ir se aliviar dentro da água. Dava até pra ver os movimentos dele se masturbando lá. O meu marido se realizava quando isso acontecia e enchia minha bola dizendo que eu era demais, que ele teve a sorte de casar com mulher mais gostosa do mundo, que me amava muito, que nunca iria querer me perder e coisas assim. Percebemos, então que isso recarregava tremendamente nossa pilha de libido. Sentíamos sempre muito tesão com toda sorte de exibicionismo e fetiches que praticávamos; de modo que o sexo dentro do contexto "feijão com arroz" não nos excitava tanto como os apimentados. Até o final do ano de 2009 eu só conhecia sexualmente o meu esposo. Um dia fui visitá-lo em sua loja do Brooklin, e aconteceu, então, pela primeiríssima vez, uma transa minha com outro homem diferente de ser o meu marido. -(relatarei mais à frente este caso para vocês). Mas quero dizer que isto foi tão excitante para nós que repetimos a dose diversas vezes, por cerca de mais de ano, com outros que conhecemos e com os quais viemos posteriormente conhecer a existência de casas-de-baladas-liberais, que até então, não conhecíamos. Nestas fantasias, o meu marido abstinha-se de se relacionar com qualquer outra mulher. Pois o que lhe causava grande excitação era ver o meu desempenho com outros homens. Cheguei no swing a experimentar inclusive, algumas garotas. Mas isso não excitava ao meu marido o bastante, e por isso decidimos priorizar as brincadeiras de menage masculino. Um dia numa festa de encontro de casais-liberais, ouvimos um relato de um casal que afirmou ter em recente momento envolvido-se numa ocorrência extremamente desagradável e dolorosa para eles. Conheceram um single que se apresentava sempre sozinho e que era muito bom de cama e naturalmente por isso a sua mulher se agradou muito dele, de modo que sempre saiam os três para se divertir. A amizade porém se desenvolveu a um nível de confiabilidade que o marido permitiu algumas vezes que a esposa saísse sozinha com ele para depois lhe contar o programa que também era umas de suas fantasias. Porém este single tinha uma mulher com quem, não tenho certeza se era casado, ou apenas somente vivia com ele. Determinado dia, num desses encontros, ocorreu o maior dos fuzuês, envolvendo inclusive ocorrência policial. A mulher deste single contratou uma agência de detetive que lhe apresentou um dossiê completo de tudo que, quando, onde, como, ou com quem o marido dela fazia ou saía. Este episódio nos fez inclusive arcar com alguma soma de nossas economias para que não nos expusesse a condições mais vexatórias. Este casal orientou a jamais aceitar sair com um single, homem ou uma mulher, que tenha qualquer tipo de compromisso firmado com outra pessoa, A NÃO SER QUE AMBOS ESTEJAM PRESENTES NA BRINCADEIRA. Aquele relato nos afetou muito forte que resolvemos a partir dali mesmo procurar orientação a respeito de tudo o que as nossas brincadeiras poderia implicar em prejuízo à nossa imagem. Refletimos muito e Buscamos todo tipo de informação com psicólogos, terapeutas, sexólogos, e até analistas sexuais para que nos orientasse. Após nossas consultas, foi-nos explicado que todas estas fantasias e fetiches são absolutamente normais. E felizes são os casais que têm gás ou fôlego para vivenciar todo o prazer que lhe é ofertado neste estilo de vida. Aprendemos também que quando o casal se ama, deve explorar tudo que lhe agrade. E um deve oferecer ao outro, reciprocamente, com toda benignidade, tudo que proporcionar prazer ao seu companheiro. E sem quaisquer tipo de crítica. Se seu parceiro ou parceira gosta e sente tesão de se exibir, curta e auxilie dando-lhe mais pilha para isso. Se seu parceiro ou parceira tiver curiosidade para ir a um swing, ou uma balada liberal, ou mesmo uma balada GLBT, acompanhe e auxilie garantindo-lhe todo suporte necessário para a obtenção do desejado prazer. Se a fantasia no caso for experimentar uma gang bang, ou um ménage, não desperdice a oportunidade. Talvez nunca mais possa tê-la. Vocês certamente verão o quanto isso fará bem à relação do casal. na conclusão das nossas consultas, os profissionais da matéria aconselhou-nos o seguinte: Em sexo nada é errado se todos forem emancipados e houver o consentimento de todos. E vale aquela máxima: "tudo é permitido mas nada deve ser obrigatório". E sobretudo disse-nos o terapeuta: considere seriamente o que o casal relatou em relação a rejeitar o single que tenha qualquer tipo de relação com outra pessoa e a mesma não esteja presente na brincadeira. NORMALMENTE, NUM DETERMINADO MOMENTO ISTO IMPLICARÁ NUM GRANDE PREJUÍZO. o que destruiria tudo! Mas quero mesmo nesta oportunidade aqui é falar especialmente para o casal que havia me perguntado se isso tudo é normal. Quero contar-lhes o seguinte: Meu marido e eu já havíamos aprontado muitas travessuras e gostosuras mas, apenas nós dois sozinhos. Exceto uma brincadeirinha que ocorrera no cinema do shopping de Guarulhos, que mesmo não concretizada, nos deu um enorme tesão e experiência para a largada seguinte. Relatarei aqui agora para vocês o caso que me aconteceu em 2009 quando eu contava com aproximadamente 36 anos de idade e já com cerca de 13 anos de casada, fui visitar meu marido que amo de paixão na loja de vendas de carros importados que ele tinha no Brooklin, quando percebi um cliente que lá estava para adquirir um dos carros que meu marido anunciava, e este cliente não tirava os olhos de mim. Claro que ele fazia isso discretamente. Bem do jeito que eu gosto. Comentei isso com meu marido que adora que eu lhe conte tudo que acontece comigo, principalmente estes tipos de coisas. E eu adoro contar pra ele porque também é muito gostoso para mim. Tudo que acontece comigo eu lhe conto. (olha casal, vocês precisam saber que isso é muito importante. Não omita nada do seu cônjuge. NUNCA). Meu marido então falou. –vai lá e vende o carro pra ele. -Você é a vendedora que vai atendê-lo. Eu falei: -tá louco? Ele respondeu: -Claro que tô. Já estou louco pra ver no que isso vai dar. Aí meu marido foi comigo até o cliente e me apresentou. Disse: esta é a vendedora que vai lhe atender. Faça um bom negocio. O sorriso do cara foi nas orelhas. Passei a observar o cara melhor e vi que era um homem bem interessante, simpático, idade compatível com a do meu marido, talvez mais novo. Uma comunicação boa. Um tom de voz muito agradável. Eu gosto muito disso. Então começamos a demonstração do carro que ele gostou. Mas os detalhes que estavam mesmo despertando a atenção dele, era os meus. Ou melhor: era em mim que ele parecia estar interessado. Permanecemos um bom tempo na conversa sobre os detalhes e características do carro que ele queria comprar. Quando então ele decidiu que precisava de mais uma pesquisa para se decidir. No entanto, ele estava decidido a que eu o acompanhasse para tomar um cafezinho com ele, numa cafeteria que havia ali próximo, pois queria falar mais comigo. Respondi que tudo bem, mas que ele esperasse um instante enquanto fui falar com o Carlos. Adivinhem! Meu marido na hora apenas falou: -vai lá. Você é a vendedora. Tem que tratar bem o cliente. Eu bradei: -seu louco! Depois não vá se arrepender. Ele disse: -só se voçê falhar na sua missão. Eu perguntei: -a missão e vender o carro? Ele respondeu: -não. não se preocupe com vender o carro. Quero outra coisa... Perguntei: -e o que é que você quer? Ele disse: -vai lá tomar o café com ele, depois eu te falo. Saí e fui com o amigo tomar o café na cafeteria Grão Expresso. é uma cafeteria de estilo fino. Alí ele me fez todos os elogios que podia. Dizia que admirava minha boca. Que ele achava linda. Que fazia ele imaginar loucuras. Eu apenas ficava na minha ouvindo todos aqueles elogios, enchendo minha auto-estima, inflando o meu ego. Que mulher não gosta disso? E ele me cantando de todos os jeitos, de repente pôs a mão no meu ombro e deixou descer com as costas dos dedos por sobre o meu decote, deixando dois dedos escorregar pela parte de dentro do decote, para sentir a pressão dos meus seios. Olhou nos meus olhos e disse: - nossa. Você é toda deliciosa: Seus olhos, sua boca, seus seios, sua bunda... tudo em você me deixa louco. Principalmente sua bunda. Ela é linda e muito gostosa. Aí ele discretamente olhou para todos os lados, pegou na minha mão, me encarou nos olhos, e disse: -olha como estou só de imaginar a sua bunda. Abaixei o olhar e aí vi que ele estava super alterado com um volume muito expressivo. Via-se que era um pau de tamanho bem significativo e parecia ser de uma grossura bem interessante. Ele me perguntou: -sabe por que estou assim? Porque adoro uma bunda. E a sua parece ser muito gostosa. É a minha preferência. Neste momento meu grelo parece ter dado um pulo de tanto tesão que fiquei. Acontece que eu adoro um anal bem feito. Adoro dar meu cuzinho pra quem sabe comer gostoso. É diferenciado o tesão que a gente sente dando o cuzinho. É um lance todo especial, um prazer misturado com um pouco de dor que dá mais tesão, principalmente se a gente ver que o cara tava louco por aquilo. Eu gosto muito de gemer e falar que adoro dar o cuzinho, que ele pode comer gostoso, que é todo dele, eu observo que nessa hora o cara fica louco, o pau dele fica mais gostoso , principalmente se o cara tiver com o pau bem duro e for bem volumoso. Adoro! Ele me perguntou olhando pra minha bunda: -será que você sabe usar todo este patrimônio que você possui? Respondi: -se o violeiro souber usar bem o instrumento vai tirar bons tons. Ele disse: ah! Eu adoro isso. adoro ver uma mulher com a rola toda enfiado no rabinho enquanto geme gostoso. Estávamos num cantinho mais reservado, ainda segurando a minha mão, ele olhou em volta, conduziu a minha mão até seu pau e mandou que eu o apertasse e sentisse como ele estava. Peguei, apertei, acariciei, senti que estava muito duro e era bem grosso. Tive vontade de agachar ali, botar aquele pau pra fora e mamar nele até receber todo o leitinho na minha boca. Continuei segurando, apertando e acariciando como se estivesse batendo uma punheta naquele cassete gostoso. Ele então disse: -espera um pouquinho. Se dirigiu ao balcão e falou pra moça do caixa, se ela poderia emprestar a chave do banheiro que a esposa dele (que no caso era eu) precisava usar e ele iria ficar vigiando. Ele voltou, me conduziu educadamente pro banheiro, mandou que eu entrasse, aí ele entrou, abaixou a tampa do vazo sanitário e mandou eu sentar nela, abriu seu zíper, tirou um lindo caralho pra fora na frente dos meus olhos me deixando louca, e começou a bater aquele pau duríssimo na minha cara. Batia de uma lado e mandava eu chupar, batia do outro lado, e de novo, me mandava eu chupar. A minha buceta estava fervendo, pegando fogo. O meu grelo tava ensopado, o meu clitóris chega doía de tão duro e grande que ficou, ralando na calcinha e calça super apertada que eu usava. Ai ele exibe aquele cassete duro, duro, duro e diz: -só passa a linguinha molhada na cabeça e depois engole com essa bouquinha linda, que eu quero sentir. E eu obedecia e fazia tudo como ele mandava. Aí ele me perguntou: você quer tomar o leitinho dele? Ah! Naquela hora eu queria demais! Eu respondi: quero. Ele perguntou: -tudo? Eu disse: -tudo. -Então se prepara porque tem muito leitinho pra você. aí eu chupei com vontade, ora eu lambia só a cabeça pra sentir aquele caldinho que vazava do buraquinho. Que delicia! Ora eu lambia todinho da cabeça à base; ora eu engolia aquele cassete inteirinho na minha boca até meus lábios encostar ao seu saco, enquanto eu passava a minha língua nos seus ovos, (sou mestra em fazer isso) provocando-o loucamente. Ele fazia aquela cara de tesão, de prazer, revelando que seu gozo já se aproximava, quando de repente bateram na porta. Tomei um baita susto, me levantando rapidamente de um pulo. Ele também bem rapidamente se recompôs e abriu um pouco da porta e viu uma mulher que lhe bronqueou: senhor, não pode ficar casal dentro do banheiro! Ele bradou: -qual o problema? Ela é minha esposa! Estou aqui acompanhando para proteção dela. Assim, ela se sente mais segura. Retrucou a japosinha, que acho que era a gerente: -mas não pode. Ele disse: -tudo bem. Já estamos saindo. Deixamos o local então de maneira mais cínica imaginável, com as caras lavadas como se não estivéssemos fazendo nada de incomum. Despedimo-nos, Porém com o acordo de que eu providenciaria para ele a documentação do veiculo para contrato de leesing, e que eu teria que levar àquela noite mesmo para ele no flat onde estava hospedado localizado na Alameda Santos, vizinho à Av. Paulista, nos Jardins. Voltei para a agencia, o meu marido já me esperava curioso, me chamou no escritório dele, trancou a porta por dentro e todo eufórico me perguntou: -o que aconteceu? Me conta. Tô loco pra saber. Então comecei a falar da documentação que ele pediu e que eu deveria levar sem falta naquela noite mesmo. E só. Aí ele meio muchinho disse: -tudo bem. Isso está fácil e é necessário mesmo. Ai fiz uma cara de curiosa desentendida e exclamei: -Oh! E por que você ficou assim borocoxou. -Sei láá. Acho que fiquei um pouco decepcionado. Eu esperava algo mais excitante. Falei: -Ah, é? E você acha que ele quer o quê com essa estória de que eu que tenho de levar a documentação pra ele? Ele respondeu: -é, parece intencional isso aí. Tomara que não decepcione. Eu disse: - você tá louco? Você quer que o cara me coma mesmo? Você quer que outro cara coma a sua mulher que você diz que ama? Ele se aproximou sorrindo, me deu um beijo e começou a falar: -amor, claro que te amo. E muito. Acontece que desde que você falou que aquele cliente estava te desejando, me deu a maior vontade de curtir uma coisa louca assim. Agora sabendo então que ele é de fora, que nem mora aqui, fica até melhor. Tipo uma situação que estes dias li numa revista society: Um casal, de excelente nível sócio-economico-cultural, que ia a baladas e lá curtia a sua esposa seduzir um cara, ou casal, ou até mesmo outra mulher, enquanto ali se fingiam somente ser amigos, e de lá ela ia para o motel, curtia gostoso, as vezes até deixava o seu celular gravando, sem que o amante soubesse, e quando dava até filmava. Depois chegava em casa e contava tudo para o marido que gostava de saber tudo detalhadamente. E mostrava a xana ainda abertinha ou o cuzinho castigado vermelhinho, as vezes trazia até a roupa esporrada, até com porra na calcinha... deixava o marido fascinado... E isso me deu muito tesão. De modo que não significa que eu não te ame. Só criei esta expectativa, porque acho que algo nesse nível, deve proporcionar muito tesão para o casal. E fiquei com vontade de experimentar esse prazer contigo. E isso acontece assim porque sinto ter absoluta cumplicidade com você. Porque eu te amo. Porque eu confio em você. E isso até hoje só aconteceu com você. Não me interessaria e nem nunca me interessou com outra pessoa. (–Agora caro leitor, me diz se não vale a pena ouvir isso de quem você ama, e ama você?). Fiquei emocionada ao ouvir aquilo daquela forma. Aproximei-me dele, dei-lhe um beijo, e comecei a contar tudo como aconteceu lá no café, principalmente as partes mais quentes que era o que mais lhe interessavam, detalhando principalmente a parte do banheiro. Ele ficou louco de excitado. E quando eu comecei a falar que fiquei doidona de tesão no cacete do cara e que o chupei igual eu chupava ele, acariciando com a língua os ovos enquanto estava com o cassete todinho dentro da minha boca. Nessa hora ele ficou doido de tesão, me agarrou, me beijou de língua, me abraçava forte, me acariciava, dizia que eu era a mulher da sua vida, e que só eu sabia fazê-lo sentir aquele prazer especial, aquele tesão gostoso, então me abraçou novamente, me dando cheiro, beijava meus lábios, chupava minha língua, aquilo me deu tanto tesão que minha buceta escorria e gozava naquela hora... (-ainda fico até molhada quando me lembro dessa reação dele). Aí ele perguntou: –e se não tivessem batido na porta, você teria dado para ele? Eu disse não. Primeiro porque ainda eu não tinha a tua aprovação para isso, além disso eu só me arriscaria a uma aventura desse porte estando vestida com uma calça super apertada como essa, só se fosse com você. Mas ver aquele pau duro daquele jeito sabendo que era por mim e não dar um carinho pra ele seria injusto, você não acha. Ele disse: sim. Claro. E me pediu: -deixa eu ver sua buceta. Arranquei, trabalhosamente, minhas calças, puxei minha calcinha de lado e mostrei pra ele como eu estava. Ele olhou minha xana toda encharcada, minha calcinha toda melecada, e ficou muito entusiasmado. Aí sussurrou: -parece que foi bom mesmo, então abaixou a sua calça e cueca e me mostrou o seu pau bem duro e todo melado de excitação. Falou: -olha como estou, quase gozando. Eu lhe disse não goza agora, eu quero concluir aquela chupada no seu pau e preciso que você foda a minha buceta. E já caí de boca fazendo aquele boquete especial que deixa ele louco. Lambi o pau dele todinho, deixei todo limpinho com minha língua. Mas a minha xota não aguentava mais de vontade de ser penetrada, socada, castigada, sentei na escrivaninha, com as pernas abertas, puxando ele com aquela rola dura cheia de vontade de foder uma buceta, e ele enterrou tudo de uma só vez como eu queria mesmo. De repente ele parou e quis encerrar alegando que eu ia prejudicar o meu tesão para mais tarde quando eu fosse lá no flat do cliente. Eu não quis nem ouvi-lo, e lhe disse o seguinte: o mais interessante para mim é aqui com você. Isso é o que realmente mais me importa. Lá é somente um fetiche pra apimentar nossa libido. Gozamos muito gostoso, os dois juntos. Muito bom. Bom demais. Ainda ficamos um pouco juntos, nos curtindo e namorando um pouco. E em seguida fomos embora juntos. Aproveitei para descansar um pouquinho e me preparar para o que viria mais tarde. Após o breve descanso, na nossa casa, despertei com todo gás. Afinal iria experimentar algo bem diferente que até então nunca havíamos feito. Tomei um delicioso banho. me perfumei. me produzi como uma verdadeira puta, desde a lingerie, incluindo o"micro fiozinho", e o sutiã de renda; desde a blusinha transparente até a ousadíssima mine saia que facilitariam tudo. Como diz a gíria: eu estava "vestida para matar"! Enquanto eu estive dormindo, o meu marido precisou sair para resolver compromissos; de modo que eu lhe tive que telefonar-lhe avisando que estava indo ao encontro programado. Ele então me disse: -quero que vc o seduza e dê pra ele bem gostoso, bem puta, para ele ver o quanto você é deliciosa e ficar com inveja de mim. E revelou: -já estou de pau duro só de pensar no que vc vai fazer. Respondi para ele: -humm a noite hoje promete. E lhe garanti: -Me aguarde que quando eu voltar vou te dar a foda mais gostosa da sua vida. Eu respondeu: -uau, já estou ancioso. Ao chegar no flat fui anunciada e ele mandou que me deixasse subir. Quando desci no seu andar, ele já me aguardava à porta da suite. Portou-se ele então bastante cavalheiro, recebeu-me com um beijinho no rosto e pediu que eu entrasse. Havia um lindo buquê de flores que ele colocou nas minhas mãos quando entrei, e havia também um balde com uma garrafa de vinho Saint Amour ao lado de duas taças, o que me fazia entender a intenção do que me aguardava. Passei-lhe o envelope com os documentos que ele havia pedido, mas ele apenas colocou de lado sem nem olhar. Colocou o vinho nas duas taças me ofereceu uma e faz o convite a um brinde, dizendo assim: - quero fazer um brinde à esta noite, e à companhia da mulher mais fascinante que já tive o prazer de conhecer. Tomamos apenas alguns goles, quando ele disse: -eu sou solteiro, mas você certamente é casada, não é? Respondi-lhe que sim. Ele então completou: -somos adultos, sabemos o que desejamos, mas não quero que você tenha problemas com seu marido por demorar para chegar em casa, portanto sejamos objetivos e aproveitemos o tempo de maneira mais rica e prazerosa. E já foi me enlaçando em seus braços com aquela "pegada" que me deixou toda arrepiada; Tascou-me um beijo de língua, que fez meu grelinho piscar; beijava minha boca, meus lábios, lambia minha língua, e toda minha boca; desceu me beijando o pescoço, e aos poucos levantando minha blusa, começou a passar a língua no bico dos meus peitos, e foi chupando os meus peitos, ora um, ora outro, depois se agachando desceu pela minha barriga e foi lambendo meu umbigo, ainda agachado beijou as minhas coxas, e passava a língua por cima da calcinha por sobre minha xota todinha, dizia que eu possuía uma buceta de cavala e que ele adorava, pressionando a língua sobre meu clitóris. em seguida se levantou e beijou-me demoradamente na boca; virou-me de costas para ele me fazendo inclinar e apoiar-me com as mãos na parede, enquanto ele por trás de mim, me agarrava e encostava seu cassete duro na minha bunda. Ainda por trás agachou-se e começou uma sessão de tortura me lambendo a bunda, puxando a calcinha para o lado e enfiando a língua na minha xota, dizendo que eu tinha um grelo lindo do jeito que ele gostava, depois lambia meu cuzinho, enquanto ia me preparando com os dedos no meu cuzinho passava a língua nos grandes lábios de minha xana, quando concluiu que eu já me encontrava toda melada pronta para ser penetrada onde ele quisesse meter, virou-me de frente e disse: -quero que você continue de onde parou no banheiro da cafeteria... Aí soltou as calças mostrando que estava sem cuecas, deixando saltar aquele colosso de rola toda endurecida, grossa e melada de tesão. Agachei, e ofereci-lhe o meu show. Acho que não preciso prolongar muito em todos detalhes, a verdade é que apesar de eu já ter transado à tarde com o meu marido ainda tive fôlego para gozar muito gostoso com aquele homem porque ele estava deveras muito tarado para me comer, e comeu e gozou feito um animal. Não consegui gravar, nem filmar a nossa trepada, mas conseguir levar o meu sutiã todo esporrado para o meu marido ver. E Isto apimentou muito a nossa transa quando chegou a nossa vez em casa. E virou a nossa marca: Sempre que eu aprontava algo do gênero, teria que levar uma prova tipo assim, o que nos rendia muito tesão para várias semanas ou meses. Quando eu cheguei em casa claro que já passava da meia noite, mas o amor de minha vida, o meu marido safado ainda estava acordadinho me esperando e de pau duro porque, segundo ele, não parava de pensar em mim. Não preciso dizer que para o prazer dele e para o meu, eu lhe detalhei cada instante, cada minuto, cada sessão, inclusive os elogios que recebi durante todo o meu desempenho, comprovando que fui realmente a puta que ele pediu que eu fosse. E lhe disse que na saideira pedi para ele gozar nos meus peitos e melar todo meu sutiã de porra... Enquanto eu relatava os detalhes, meu maridinho safado masturbava seu gostoso pau que estava teso e louquinho para me comer. Quando lhe mostrei o sutiã esporrado, ele não agüentou mais e já quis na mesma hora meter na minha xota. Foi uma transa incrível! surreal! Enquanto eu continuava lhe falando do tudo que lá aconteceu... o que o deixava muito louco... Após gozarmos ficamos satisfeitos e bem esgotados. Permanecemos ainda um pouco juntos nos beijando e curtindo o pós com muito amor e carinho. Em seguida, me virei ficando de costas para ele, na posição conhecida como conchinha. Já nos encontrávamos bem relaxados, mas ainda nos acariciando, quando lhe falei a maneira que nosso amigo comeu meu cuzinho lá no flat. Ainda neste clima ele ficou tocando meu buraquinho vendo que tava todo comidinho e pediu para que eu lhe desse mais detalhes. Fui falando que nosso amigo estava sobre mim na posição de papai e mamãe, com o pau todo enterrado na minha xota que ele não parava de elogiar, me chupando os seios ou me beijando de língua, enquanto eu toda aberta com as pernas laçadas nele. Desse modo ele descia os dedos untando-os no líquido que escorria da minha xota toda melada e depois passando no meu buraquinho que já estava todo molhado de sua saliva que ele lambuzou com sua língua, ia enfiando um dedinho, dois, e às vezes até três dedinhos para ir alargando aos pouquinhos. De repente ele retirou de dentro de minha xaninha aquele pau que já estava bem duro e grosso e colocou a cabeça na entrada do meu cuzinho e foi aos poucos enfiando.Estava tão gostoso que logo ele estava todo dentro do meu rabinho. Eu disse a ele que nunca meu marido havia enfiado tudo daquele jeito. o meu marido só enfiava um pouquinho, no máximo até a metade. Mas ele meteu tudo. Aí me virou pra cima dele e pediu para eu masturbar meu clitóris e rebolar com o pau dele todo enterrado no meu cuzinho, porque ele estava com tara para me comer daquele modo. Aí comecei a rebolar e perguntei: -você queria comer meu cuzinho, seu safado? Ele disse: -sim. Perguntei: tá gostoso comer meu cuzinho? Ele disse: -tá demais. Aí falei: -então come que eu tô adorando dá meu cuzinho pra você. Nessa hora ele cravou a mão direita na minha bunda puxando contra ele para seu pau penetrar mais fundo meu cuzinho, e com a outra mão, me puxou pelos cabelos para beijar-lhe na boca, e gozou feito um animal, gemendo e urrando como uma fera enlouquecida. E eu também acabei gozando com ele. Neste momento senti que meu esposo estava com o seu pau duro novamente, e já encaixando no meu cuzinho, que ele não comia já fazia um bom tempo. E, pasmem! Ele de tanto tesão, gozou novamente. e até hoje continuamos, depois de todo esse tempo, ainda muito apaixonados e nos amamos muito. Meu marido é o meu amigo, meu companheiro, meu amante, meu conselheiro, meu TUDO. O que uma mulher poderia mais desejar? Ele tem vários fetiches e todos muito gostosos. Adoro!!! Adoro realizar suas fantasias. aliás: as fantasias são nossas. Ele adora armar programinhas em barzinhos que acabamos em três no motel. Adoro mênage, adoro DP, adoro DPV, adoro fazer duas picas derramar todo leitinho somente para mim. E assim terminei este relato. Sei que é um pouco diferente dos demais, não obstante, este aqui é um relato cem por cento real e verdadeiro. Todas as situações expostas aqui foram situações que de fato aconteceram. Para aqueles que já nos conhece ou até já vivenciou alguma experiência conosco, quero lembrá-los que todos os nossos contatos ainda são os mesmos. Abraços.

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